02/03/10

Não me recordo daquilo com que sonhei.

O usual é não me recordar
E não durmo mal a isso devido,
Nunca as respostas que procurei
Introspectivamente as encontrei,
E se as tenho descoberto, só metade,
De cada verdade, as tomaria por certo.

O que me inquieta
É esta visão fátua
Deste sonho.

Senti que durou uma eternidade
Uma Eternidade!
E de nada me lembro.

Os sonhos serão
Um êxtase vão
Um canto da sereia
O acordar da desilusão.


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