30/09/10
07/09/10
Radiância
O que vês?
Ainda te vês?
Está turvo, não opaco.
A chuva do tempo cristaliza a Essência, marca imaterial, vívida, invisível, fulgorante, nas asas em que voaste.
Levavam-te, há muitas nuvens atrás, quando sonhar era viver e querer era sentir, por dias espectrais, e por noites onde se acorda,
quando se começa a dormir.
Cai a chuva e marca onde. Sem Essência se fica. Não se fica sem si, fica-se por onde se passa e onde se sorri.
Fecho os olhos para conseguir ver.
E vejo, vejo, vejo..
E quando olho o meu reflexo,
Eu, ainda me vejo..
Ainda te vês?
Está turvo, não opaco.
A chuva do tempo cristaliza a Essência, marca imaterial, vívida, invisível, fulgorante, nas asas em que voaste.
Levavam-te, há muitas nuvens atrás, quando sonhar era viver e querer era sentir, por dias espectrais, e por noites onde se acorda,
quando se começa a dormir.
Cai a chuva e marca onde. Sem Essência se fica. Não se fica sem si, fica-se por onde se passa e onde se sorri.
Fecho os olhos para conseguir ver.
E vejo, vejo, vejo..
E quando olho o meu reflexo,
Eu, ainda me vejo..
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