Quando grande for
Poeta almejo ser
Contar histórias de amor
Ou do melancólico viver
Mais do que não seja
Nada ser mau não seria
Até o gato vadio chapeja
Na cristalina água com alegria
Mas enquanto sou tudo
Finjo com fausto ser nada
Porque quem finge nada esconde
E até eu escondo quase nada.
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