Tu, ser humano prostrado, levanta-te.
Olha em volta e vê; tudo se movimenta mas nada se movimenta.
Fisicamente anímicos, humanamente inanimados.
Contempla a civilização que não o é sequer.
Senta-te aqui.
As torres caem,
Um flûte de champanhe,
A doce ironia.
Premonição da destruição da civilização que nunca o foi.
Humanos preocupados demais com nada para se preocuparem com tudo.
E quando o caos vier.. E quando o caos vier..! Já eu terei bebido o meu flûte de champanhe.
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